A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários

A mente funciona como um ladrão, ela rouba você de você. Sem pertencer a um lugar específico, é universal e atua possuindo tudo o que vê pela frente, tornando tudo dela. A proposta de todos os budas, de olhar para dentro, é de investigar a mente. Investigue-a, para ver as suas crenças – que são,Continuar lendo “A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários”

Banal: o simples e o complicado

Participante – Satya, noto que o estar no mundo demanda um planejamento e eu gostaria de saber quando esse planejamento é do fluir ou é uma coisa mental, de controle. Tenho a necessidade de compreender isso porque, às vezes, há um impulso de deixar acontecer solto, mas noto que algumas coisas exigem planejamento. Daria paraContinuar lendo “Banal: o simples e o complicado”

O milagre do simples, a mente, o mundo

Osho disse algo muito pontual: “Se você não puder deixar o mundo melhor, mais bonito, pelo menos não o deixe pior”. É para isso que serve a observação – não deixa nada pior. Se não pode melhorar, não piore o mundo! E isso tem a ver com todas as relações, inclusive com o próprio corpo.Continuar lendo “O milagre do simples, a mente, o mundo”

O labirinto da mente e seus espelhos

Ver para fora é o espetáculo esperado de você para manter a insanidade de pé. Ver para dentro é o oposto de ver o outro – apesar de que, ulteriormente, quando você vê a si mesmo, vê que você também é o outro. Mas para um começo de conversa, ver a si mesmo tem somenteContinuar lendo “O labirinto da mente e seus espelhos”

O sujeito inexistente está oculto

Remover o sujeito é preciso. Mas quando digo isso, não se trata de uma ação do próprio sujeito, trata-se de uma visão. É preciso ver para dentro. Comece a ver como a mente funciona, como que a mente está instalada em você – sim, porque a mente é uma instalação, não artística, diabólica, maquiavélica, instaladaContinuar lendo “O sujeito inexistente está oculto”

Observação é a sua natureza, não o seu fazer

Descubra o que é observar, porque a sua mente pode estar lhe vendendo observação como algo que ela pretende fazer. Observação pode até ser uma palavra conhecida, mas o ato de observar – que não é um ato – são outros quinhentos. Estamos diante de um segredo bem empacotado. A mente não tem a mínimaContinuar lendo “Observação é a sua natureza, não o seu fazer”