A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários

A mente funciona como um ladrão, ela rouba você de você. Sem pertencer a um lugar específico, é universal e atua possuindo tudo o que vê pela frente, tornando tudo dela. A proposta de todos os budas, de olhar para dentro, é de investigar a mente. Investigue-a, para ver as suas crenças – que são,Continuar lendo “A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários”

Você é ruído, silêncio!

Vivemos sob a ditadura daquilo que aprendemos, que não passa de algo que, um dia, um disse para o outro, que disse para o outro, que disse para o outro… E, dessa maneira, perdemos a capacidade de autoconhecimento – você não pode se conhecer porque não tem autoridade para isso, precisa que alguém valide oContinuar lendo “Você é ruído, silêncio!”

Banal: o simples e o complicado

Participante – Satya, noto que o estar no mundo demanda um planejamento e eu gostaria de saber quando esse planejamento é do fluir ou é uma coisa mental, de controle. Tenho a necessidade de compreender isso porque, às vezes, há um impulso de deixar acontecer solto, mas noto que algumas coisas exigem planejamento. Daria paraContinuar lendo “Banal: o simples e o complicado”

O milagre do simples, a mente, o mundo

Osho disse algo muito pontual: “Se você não puder deixar o mundo melhor, mais bonito, pelo menos não o deixe pior”. É para isso que serve a observação – não deixa nada pior. Se não pode melhorar, não piore o mundo! E isso tem a ver com todas as relações, inclusive com o próprio corpo.Continuar lendo “O milagre do simples, a mente, o mundo”

O labirinto da mente e seus espelhos

Ver para fora é o espetáculo esperado de você para manter a insanidade de pé. Ver para dentro é o oposto de ver o outro – apesar de que, ulteriormente, quando você vê a si mesmo, vê que você também é o outro. Mas para um começo de conversa, ver a si mesmo tem somenteContinuar lendo “O labirinto da mente e seus espelhos”

Livre da mente, livre de si

A pauta da mente é não ter um Mestre, é “ser livre”; ela quer ser livre para permanecer inconsciente. Mas se olharmos de outra perspectiva, quando se entrava numa ordem de meditação, como a Zen, por exemplo, toda a sua “liberdade” era perdida. “Você” – a mente – não podia mais isso, não podia maisContinuar lendo “Livre da mente, livre de si”

Nem divino, nem profano. Isso!

A mente tem, por milênios, construído uma ideia de realidade baseada em pressuposições como, por exemplo, a de que você é o corpo e a mente. Eis o pivô central da ilusão equivocadamente chamada de “realidade”. Baseados na crença de que somos o corpo, o que acontece quando a morte do corpo se dá? Sofrimento.Continuar lendo “Nem divino, nem profano. Isso!”

O invisível e a inexistência do aparente

No contexto de Satsang, não estamos lidando com a aparência do outro, mas sim com a nossa própria. Você é quem aparenta ser para você? A verdadeira liberdade não é ser livre para fazer o que quiser ou fazer aquisições capitalistas, a verdadeira liberdade é estar livre da aparência que você tem de si, éContinuar lendo “O invisível e a inexistência do aparente”