Representação, presente e inação ativa

O que é isto? [Satyaprem pergunta segurando um objeto] Participante 1 – Um livro. Quem te disse que isto é um livro? Participante 1 – Alguém me disse. Eu aprendi. Não me lembro… Isto é um livro porque alguém te disse… Ou não? Ou é um livro? E você, o que é isto? [Ainda apontandoContinuar lendo “Representação, presente e inação ativa”

Processo, natureza, observação e paz

Trago uma pergunta: do que a Consciência precisa para existir? Mas já antecipo: Ela não existe, Ela é. Quando diz “a minha Consciência”, você está exercitando a completa cegueira da sua mente. Porque a Consciência não é a sua, é a Consciência. E, então, nasce uma nova pergunta, detonada pela primeira: para que a ConsciênciaContinuar lendo “Processo, natureza, observação e paz”

Dentro do infinito, silêncio

Quando você conecta com o agora – alguns de vocês já notaram –, a mente perde substância. No agora não há mente. Seria como dizer que você perde as características, pelo menos temporariamente. Mas há algo que fica. As características se vão, e você fica. Isso que fica é o que deve receber toda aContinuar lendo “Dentro do infinito, silêncio”

O coração do coração, lugar nenhum

Participante – Quero compartilhar algo sobre a pergunta “quem é você?”: ocorre-me que a resposta esteja em algum lugar onde está o coração. E onde está o coração? Minha preocupação é que a mente sempre tenta localizar, concluir. Então, quando dizemos “coração”, isso logo aponta para um conceito – conhecido pela mente. A pergunta “quemContinuar lendo “O coração do coração, lugar nenhum”

A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários

A mente funciona como um ladrão, ela rouba você de você. Sem pertencer a um lugar específico, é universal e atua possuindo tudo o que vê pela frente, tornando tudo dela. A proposta de todos os budas, de olhar para dentro, é de investigar a mente. Investigue-a, para ver as suas crenças – que são,Continuar lendo “A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários”

A bíblia cega e o dentro no alto

Outro dia, de carro, estava a caminho de uma cidade e parei para pedir informação sobre o trajeto. Havia um casal e uma criança; o homem vestia um terno bege, com gravata e carregava uma bíblia debaixo do braço. Possivelmente – num pequeno mundo fictício particular –, estavam indo para a igreja. Então os abordeiContinuar lendo “A bíblia cega e o dentro no alto”

Sem máscara, fora dos trilhos, a vida

Se permanecêssemos como nascemos, nossa!, seria muito lindo. Mas olha no que a maioria se torna ao crescer. A verdade é que você não deveria precisar de maquiagem. Por que você usa maquiagem? Para esconder a feiura nos dias de festa, não é mesmo? – “Um pouco de rímel aqui, um corretivo ali… e assimContinuar lendo “Sem máscara, fora dos trilhos, a vida”

Você é ruído, silêncio!

Vivemos sob a ditadura daquilo que aprendemos, que não passa de algo que, um dia, um disse para o outro, que disse para o outro, que disse para o outro… E, dessa maneira, perdemos a capacidade de autoconhecimento – você não pode se conhecer porque não tem autoridade para isso, precisa que alguém valide oContinuar lendo “Você é ruído, silêncio!”