Dentro do infinito, silêncio

Quando você conecta com o agora – alguns de vocês já notaram –, a mente perde substância. No agora não há mente. Seria como dizer que você perde as características, pelo menos temporariamente. Mas há algo que fica. As características se vão, e você fica. Isso que fica é o que deve receber toda aContinuar lendo “Dentro do infinito, silêncio”

A bíblia cega e o dentro no alto

Outro dia, de carro, estava a caminho de uma cidade e parei para pedir informação sobre o trajeto. Havia um casal e uma criança; o homem vestia um terno bege, com gravata e carregava uma bíblia debaixo do braço. Possivelmente – num pequeno mundo fictício particular –, estavam indo para a igreja. Então os abordeiContinuar lendo “A bíblia cega e o dentro no alto”

Sem máscara, fora dos trilhos, a vida

Se permanecêssemos como nascemos, nossa!, seria muito lindo. Mas olha no que a maioria se torna ao crescer. A verdade é que você não deveria precisar de maquiagem. Por que você usa maquiagem? Para esconder a feiura nos dias de festa, não é mesmo? – “Um pouco de rímel aqui, um corretivo ali… e assimContinuar lendo “Sem máscara, fora dos trilhos, a vida”

Antes da face do labirinto e do Arnaldo psicológico

Satsang nos oferece um mergulho para dentro cujo único instrumento é o seguinte questionamento: “Quem é você?”. Comece agora a perguntar-se “Quem sou eu?” e veja caírem camadas de respostas como folhas no outono. Primeiro você pensa ser o seu nome. Mas você nasceu com esse ou algum outro nome? Não. De repente a suaContinuar lendo “Antes da face do labirinto e do Arnaldo psicológico”

O sujeito inexistente está oculto

Remover o sujeito é preciso. Mas quando digo isso, não se trata de uma ação do próprio sujeito, trata-se de uma visão. É preciso ver para dentro. Comece a ver como a mente funciona, como que a mente está instalada em você – sim, porque a mente é uma instalação, não artística, diabólica, maquiavélica, instaladaContinuar lendo “O sujeito inexistente está oculto”

Modo-avião: quietude desperta

O encontro com a Verdade é um chamado que advém de uma sede. Você pode ter ou não o anseio em “des(en)cobrir” o mistério que habita o centro de tudo. A maioria da humanidade não tem essa inquietação. Ou, ainda que possa tê-la, atende ao movimento que a põe a dormir. Isso porque, ir aoContinuar lendo “Modo-avião: quietude desperta”