O milagre do simples, a mente, o mundo

Osho disse algo muito pontual: “Se você não puder deixar o mundo melhor, mais bonito, pelo menos não o deixe pior”. É para isso que serve a observação – não deixa nada pior. Se não pode melhorar, não piore o mundo! E isso tem a ver com todas as relações, inclusive com o próprio corpo.Continuar lendo “O milagre do simples, a mente, o mundo”

Nem divino, nem profano. Isso!

A mente tem, por milênios, construído uma ideia de realidade baseada em pressuposições como, por exemplo, a de que você é o corpo e a mente. Eis o pivô central da ilusão equivocadamente chamada de “realidade”. Baseados na crença de que somos o corpo, o que acontece quando a morte do corpo se dá? Sofrimento.Continuar lendo “Nem divino, nem profano. Isso!”

Os olhos são visíveis ao invisível aos olhos

Proponho, incansavelmente, que veja como o “aparecer” é sólido. Todos tentam, de alguma maneira, aparecer, pois se não aparecer, “você” é ninguém. Exatamente por isso o nosso encontro traz um propósito implícito que não é aparecer, é desaparecer. Você, na sua intimidade, desaparecendo para si mesmo. Tendo pelo menos um vislumbre de que tudo aquiloContinuar lendo “Os olhos são visíveis ao invisível aos olhos”

A raiz do corpo não é sua mãe

Participante – Tenho uma questão: sinto muita dificuldade de desidentificar-me da minha mãe. O que devo fazer? Onde está a sua mãe agora? Participante – No Chile. Onde está o Chile? Veja como a mente propõe problemas. O corpo está acessível diretamente, agora, para que o note. E quando o nota, está implicada a realizaçãoContinuar lendo “A raiz do corpo não é sua mãe”