Dentro do infinito, silêncio

Quando você conecta com o agora – alguns de vocês já notaram –, a mente perde substância. No agora não há mente. Seria como dizer que você perde as características, pelo menos temporariamente. Mas há algo que fica. As características se vão, e você fica. Isso que fica é o que deve receber toda aContinuar lendo “Dentro do infinito, silêncio”

O coração do coração, lugar nenhum

Participante – Quero compartilhar algo sobre a pergunta “quem é você?”: ocorre-me que a resposta esteja em algum lugar onde está o coração. E onde está o coração? Minha preocupação é que a mente sempre tenta localizar, concluir. Então, quando dizemos “coração”, isso logo aponta para um conceito – conhecido pela mente. A pergunta “quemContinuar lendo “O coração do coração, lugar nenhum”

A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários

A mente funciona como um ladrão, ela rouba você de você. Sem pertencer a um lugar específico, é universal e atua possuindo tudo o que vê pela frente, tornando tudo dela. A proposta de todos os budas, de olhar para dentro, é de investigar a mente. Investigue-a, para ver as suas crenças – que são,Continuar lendo “A capacidade de ver, a ira da mente e os navios imaginários”

A blusa da cebola esconde nada

Já descascou uma cebola? A cebola tem camadas sobre camadas. Mas se você busca o caroço da cebola, não encontra. São apenas camadas e camadas. Camadas mais duras, externas; camadas muito tenras, internas. E no centro de todas as camadas não tem nada. Essa é uma metáfora bastante representativa para elaborar o que significa, verdadeiramente,Continuar lendo “A blusa da cebola esconde nada”