O poço sem fundo e a água sem lua

Quando a monja Chiyono estudava Zen, sob a maestria de Bukko, de Engaku, por muito tempo foi incapaz de atingir os frutos da meditação. Enfim, em uma noite de lua cheia, ela estava carregando água, num velho balde atado com bambus. O bambu se quebrou e o fundo do balde caiu e, naquele momento, ChiyonoContinuar lendo “O poço sem fundo e a água sem lua”

O invisível e a inexistência do aparente

No contexto de Satsang, não estamos lidando com a aparência do outro, mas sim com a nossa própria. Você é quem aparenta ser para você? A verdadeira liberdade não é ser livre para fazer o que quiser ou fazer aquisições capitalistas, a verdadeira liberdade é estar livre da aparência que você tem de si, éContinuar lendo “O invisível e a inexistência do aparente”